Os caça-fantasmas

Esse negócio de manter um blog diário é um grande desafio. E eu e Thais sabíamos disso, tínhamos ciência do trabalho que iria dar. Mas topamos igual, porque era uma forma de manter um certo fio condutor cronológico numa vida sem rotina. E também porque assim iríamos descobrindo sobre o que temos vontade de escrever ou fotografar, para onde a nossa atenção focaria e de onde extrairia o suco do cotidiano pra despejar aqui.

E sempre há o temor de descobrir que não se tenha nada para extrair desse dia-a-dia. E é o que vem acontecendo aqui. E é por isso que esse blog não tem cumprido com muito afinco o compromisso diário de postar.

Não pediremos desculpa, pois cremos que o maior índice de respeito ao leitor é não estar nem aí pra ele. E não escrevo isso pra me justificar, e sim apenas para me expressar e tentar vislumbrar um pouco melhor qual é o fantasma que anda por aí assombrando dessa vez.

Sei lá eu, descobrirei nos próximos posts. Ou talvez ainda nesse de hoje. Ou talvez nem descubra. Chega. Até.

Texto: Ale Lucchese
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