Cambará do Sul II

Além de ser menos manjado, o cânion Fortaleza tem uma característica que o deixa ainda mais fascinante que o Itaimbezinho: tem menos infraestutura. Isso quer dizer que não precisa pagar para entrar, que há menos possíveis turistas arrotando refrigerantes e fazendo sujeira, e menos sedentários brigando com seus cônjuges por conta de um ter que acompanhar o outro numa trilha de mais de duzentos metros. E, principalmente, não há nenhuma corrente com uma placa dizendo “não ultrapasse” poluindo a paisagem e tolhendo a liberdade de visitantes que já são bem grandes e deveriam saber até onde podem carregar seus corpos e almas. Sim, esse canto do mundo realmente vale a pena. Confere:

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Texto: Ale Lucchese
Fotos: Thais Brandão e Ale Lucchese (Thais em frente ao cânion)
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Um comentário sobre “Cambará do Sul II

  1. Melancolicamente, pensei que devam ser estas as paisagesn e os momentos ali vivenciados os que passam pela mente de alguém antes da morte. Senti pena dos que só tem o branco do vazio de suas vidas para recaptularem…
    Boa estratégia para ludibriar a morte, heim?Vocês terão a morte retardada,com certeza, de tantas lembranças a serem evocadas! Estas imagesn me fazem sentir o cheiro da paisagem. Belíssimas! Vou tentar me lembrar delas também!

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